24 de outubro de 2011
Liberdade é pouco...
Mostrei o que sou!
O que realmente modulava em mim;
fui contra as marés,
emergi de um abismo sem fim.
Cruzei linhas paralelas,
corri na contramão do vento, do tempo
e me alcancei na última estação...
Rasguei minha carne, expus meu avesso,
o meu contexto
e toda a sensibilidade verbal, emocional,
escondida em contra senso,
sufocando o bem, endeusando o mal.
Postei nua minha identidade
e toda a verdade antissocial ...
chocando a realidade dura.
Vomitei iniqüidades cruas
ingeridas por razão irracional
sob forte pressão radical.
Viajo sem malas...
Sem revolta ou bilhete de volta...
Sinto-me leve, sem nada que me pese,
Sem alças das parafernálias
que pendurei num tempo que já teve fim.
Sigo só... melhor assim..
Insano, estranho, profano
É o que pensam e podem pensar de mim.
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"Minhas desequilibradas palavras são o luxo do meu silêncio."
Volte Sempre!
Volte Sempre!

Além dos limites, superando o improvável.
ResponderExcluirAdoro isso!
=D
Beijo grande, moço.
"Viajo sem malas...
ResponderExcluirSem revolta ou bilhete de volta...
Sinto-me leve, sem nada que me pese," Meu maior sonho é ser assim, sem receio, sem desespero, viajar e não se preocupar.
Poema maravilhoso e além dos limites como disse a Luna.
Adorei seus idolos e uma boa parte são meus também.
Boa semana e Paz e Morangos
muita bacana seu blog! gostei!
ResponderExcluirabraços,
raileronline
(só acho que o texto azul, com esta fonte, em cima da imagem de galhos, dificulta um pouco a leitura)