25 de fevereiro de 2014




"Um sujeito está na feira vendendo vasos.
Uma mulher se aproxima, e olha a mercadoria. Algumas peças estão sem desenho, outras foram decoradas com todo cuidado.
A mulher pergunta o preço dos vasos. Para a sua surpresa, descobre que todos custam a mesma coisa.
- Como o vaso decorado pode custar o mesmo que um vaso simples?
- Pergunta ela. 
- Por que cobrar igual por um trabalho que demorou mais tempo para ser feito?
- Sou um artista - responde o vendedor. - Posso cobrar pelo vaso que fiz, mas não posso cobrar pela beleza. A beleza é grátis."  


Paulo Coelho - Maktub

5 de fevereiro de 2014


"Eu era "normal" e, como muitos "normais", minha loucura era oculta, disfarçada; precisava ser espontâneo. Soltei-me. O Mestre havia enfatizado que o coração não reclama motivos para pulsar. O maior sentido para continuar vivo é estar vivo, é a insondável existência."
"Minhas desequilibradas palavras são o luxo do meu silêncio."
Volte Sempre!