16 de outubro de 2013

Tempo...


Quando estamos apaixonados, parece sempre que o tempo não tem passado nem futuro, que não existe nem tem limitações. Neste tempo sentimos o desejo de o fazer parar, alcançar um apogeu que nos proteja do tempo futuro.
De um modo que não compreendemos, sabemos que o poder do tempo depende em certa medida de algo que existe nas nossas mentes.

Mas o que é que possa ser esse algo, é coisa que não sabemos, sim como não sabemos o modo de alcançar intencionalmente. A temporalidade do amor permanece como puro dom, uma graça pura.
O tempo é demasiado real, demasiado precioso, e temos muito pouco tempo...



Um comentário:

  1. O tempo quase sempre é um problema quando congela, quando voa, quando falta, quando excede, quando cobra, quando condena. E no mundo dos apaixonados, onde tudo ganha uma nova lógica, bem pessoal, então...rs

    Em geral temos urgência de sentimentos, acho que é um instinto de preservação da própria vida.

    Lembrei de "Sete Cidades", Legião :

    "Vem depressa pra mim
    que eu não sei esperar,
    já fizemos promessas demais.
    Já me acostumei com a tua voz,
    quando estou contigo estou em paz"


    Um beijo, coisa linda, de boa tarde, agora.

    ;)

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