"Eu era "normal" e, como muitos "normais", minha loucura era oculta, disfarçada; precisava ser espontâneo. Soltei-me. O Mestre havia enfatizado que o coração não reclama motivos para pulsar. O maior sentido para continuar vivo é estar vivo, é a insondável existência."
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Então, me diga